Chá de folha de algodão na gravidez

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Você deseja conhecer como o chá de algodoeiro pode te proporcionar diversos benefícios além de aumentar a lactação (produção de leite)? Então, continue lendo a este artigo que preparei para você!

Utilizado de maneira ampla na medicina natural, o algodoeiro é uma planta da família Malvaceae, conhecido pelo nome científico (Gossypium herbaceum).

Presumi-se que esta planta tenha se originado na Ásia, embora hajam registros de muito tempo atrás, 500 a.C., que falam sobre seu cultivo já em países como China, Índia e Egito.

Cuidados ao tomar Chá de folha de algodão na gravidez

Já no Brasil, o algodoeiro foi trazido para terras tupiniquins por volta do século XVIII. É composto por um tipo de arbusto que possui ramificações, folhas longas e que dá origem à frutos solitários e de coloração amarela.

Nas regiões subtropicais, hoje pode-se constatar em média cerca de 40 espécies diferenciadas do algodoeiro.

Nos EUA as cascas de suas raízes já foram bastante utilizadas como indutoras de trabalho de parto ou agindo como forma eficaz de estancar o sangue pós-parto.

Na China, suas sementes já foram utilizadas como anticoncepcionais masculinos, pelo fato das mesmas serem relacionadas à infertilidade.

Quando falamos em medicina natural, podemos mencionar seu chá, que é bastante indicado para casos clínicos diversos, especialmente para a substituição do leite materno, quando em falta, podendo assim, a partir do segundo ou terceiro dia se observar a produção do leite materno em maior quantidade.

Também podemos mencionar o banho de rosa branca, vai ajudar a regular o estresse e tranquilizar sua mente.

Quimicamente falando é composta por furfurol, serotonina, óleos essenciais, resina, tanino, fenóis, ácidos orgânicos, vitamina E e fitosteróis.

O algodoeiro, além de funcionar como remédio, também surge como responsável para a fabricação do algodão. Quer conhecer mais sobre esta planta?

Logo abaixo separei informações importantes sobre o algodoeiro tais como: 20 indicações, propriedades, benefícios, contraindicações, cultivo e tintura. Continue lendo este artigo e aprenda muito mais sobre o algodoeiro!

Conheça as 20 indicações:

  1. Catarro,
  2. Desinteiras,
  3. Diarreia,
  4. Dismenorreia,
  5. Distúrbios do climatério,
  6. Dores musculares,
  7. Estancar hemorragias,
  8. Ferida,
  9. Furúnculo,
  10. Hemorragia,
  11. Inchaço,
  12. Infecções renais,
  13. Inflamação,
  14. Menorragia,
  15. Metrorragia,
  16. Lactação,
  17. Queimadura,
  18. Restaurar o fluxo menstrual,
  19. Síndrome pré-menstrual e
  20. Trabalho de parto.

Propriedades:

Entre as substâncias importantes para o organismo contidas no algodoeiro estão sitosterol, capaz de reduzir os níveis de colesterol, atividade estrogênica fraca e até mesmo o tamanho da próstata em casos de hiperplasia.

Também ácido cítrico com efeito anticoagulante leve; gossipol, sendo um poderoso antifúngico, além de reduzir a quantidade de espermatozoides produzidos pelo homem.

Ainda encontram-se no algodoeiro substâncias como taninos, ácido orgânico, serotonina, resina, óleos essenciais, fitosteróis e vitamina E.

Benefícios:

  • Aumento de produção de leite materno,
  • Diminuição de hemorragias uterinas,
  • Diminuição da espermatogênese,
  • Melhora dos níveis de colesterol,
  • Diminuição do tamanho da próstata,
  • Casos de infecção renal, reumatismo ou diarreia,
  • Diminuição de menstruação abundante.

Cultivo:

Plantio: Multiplicação por sementes, para plantio direto ou para produção de mudas.

Cultivo: Plantio em terrenos áridos, de fertilidade mediana, neutros, com espaçamento de 1,0 m por 2 m.

Colheita: Colhe-se a casca da raiz para uso no mesmo dia.

Os caroços quando maduros ou frutos ainda verdes para combater piolhos e outros ectoparasitas com o sumo destes. Seque as sementes ao ar livre sobre sacos de pano, após retirar as fibras esbranquiçadas.

Como aumentar a produção de leite?

Com a tintura de algodoeiro, você tem um excelente remédio caseiro para aumentar a produção de leite materno, pois é um extrato da planta medicinal Gossypium Herbaceum, conhecida popularmente por aumentar a produção de leite.

Ela pode ser encontrada em farmácias de manipulação ou homeopatia e não é preciso receita médica para comprá-la.

Ingredientes:

  • 20 gotas da tintura de algodoeiro
  • Água

Modo de uso:

Diluir as 20 gotas da tintura de algodoeiro em um pouquinho de água e beber 3 vezes ao dia, preferencialmente fora do horário das refeições para aumentar a produção de leite. As tinturas podem ser compradas em lojas de produtos naturais ou podem ser preparadas em casa de forma caseira.

Contraindicações:

  • Não ministrar o chá de algodoeiro em casos de mulheres que desejam engravidar devido à presença de carapsina nos princípios ativos do algodoeiro. A ingestão desse líquido faz com que o óvulo não implante corretamente no útero.
  • Em alguns casos raros e isolados o efeito do chá de algodoeiro não surte o efeito esperado, aumentando o
    fluxo menstrual ao invés de diminui-lo. Caso isto aconteça, o uso do chá deve ser interrompido e um
    médico deve ser consultado.
  • Em caso de usar esse chá para produção de leite, verificar se o bebê tem algum tipo de alergia para que a mamãe não passe para ele através da amamentação.

ATENÇÃO!!

Se você deseja receber as informações complementares sobre Chá de algodoeiro e banho de rosa branca como modo de preparo, o que é, como se deve utilizar é só acessar aqui.

Não gaste dinheiro com consultas e medicamentos que só irá aumentar seus problemas, lá você encontrará um vídeo que explica sobre o programa Cura pelos Banhos, além de 80 banhos, que irão mudar sua vida completamente.

 

A nêspera e os seus benefícios nutricionais

A nêspera e os seus benefícios nutricionais

Em plena Primavera, aborda-se hoje um fruto suculento, doce e nutricionalmente rico: a nêspera.

Introduzida na nossa ilha em 1846, este fruto deve ser consumido maduro, altura em que adquire a sua máxima doçura, embora possua sempre um sabor ligeiramente ácido pelo seu conteúdo em taninos, de ação adstringente. As sementes não são comestíveis e podem conter tóxicos glicosídeos cianogênicos.

A título de curiosidade, este fruto também pode ser chamado de ameixa japonesa ou maltês japonês, visto ser um fruto originário do continente asiático, mais especificamente do Japão, ou, no norte de Portugal, de magnório.

Engorda?

Possui aproximadamente 85,5% de água e cerca de 45kcal por 100gr, o que faz desta fruta uma escolha saudável. A nêspera é rica em fibra dietética insolúvel, mais especificamente pectina, que ajuda a proteger a membrana mucosa do cólon e facilita a proliferação das bactérias não agressivas na flora bacteriana. Diminui também o tempo de exposição a substâncias tóxicas, bem como a ligação a produtos químicos cancerígenos no cólon. Constatou-se ainda que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Vitaminas

Em termos vitamínicos, destaca-se o seu teor em vitamina A, que desempenha um papel importante na saúde da visão e da pele, mantendo a sua integridade. Possui ainda uma quantidade considerável de vitamina B2, B6 e B9. A vitamina B2 contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso, enquanto a vitamina B6 e B9 desempenham funções importantes na redução do cansaço e fadiga. Este fruto também é rico em flavonóides antioxidantes que reforçam o sistema imunitário e ajudam na resposta anti-inflamatória do organismo. Contém um alto teor de triterpeno, uma substância que modula a formação de óxido nítrico no organismo humano e que age nas vias respiratórias, possuindo um efeito benéfico no controlo de bronquite, além de auxiliar no tratamento de doenças alérgicas inflamatórias.

Além de ser rica em água — que estimula os rins a eliminar os líquidos retidos — a nêspera é também uma ótima fonte de potássio, que está relacionado com o equilíbrio hídrico do corpo, possuindo uma ação essencialmente diurética e desintoxicante. É por isso um componente importante dos fluidos corporais, ajudando a controlar o ritmo cardíaco e a pressão arterial. Quanto aos restantes minerais, destacam-se o cálcio, o fósforo e o magnésio. O cálcio e o fósforo são importantes na formação de dentes e ossos normais, enquanto o magnésio contribui para o normal funcionamento muscular, do sistema nervoso, contribuindo para a redução do cansaço e fadiga.

De referir ainda que ‘pesquisas realizadas na Universidade Autônoma do México e do site Reportagem Social comprovaram ainda que os extratos de nêspera conseguem reduzir os níveis de glicosúria (açúcar na urina) em humano.

OS BENEFÍCIOS DO AZEITE PARA SAÚDE

OS BENEFÍCIOS DO AZEITE PARA SAÚDE

O azeite é um óleo vegetal, extraído do fruto da oliveira: a azeitona. De todas as gorduras vegetais, o azeite extra-virgem é um dos maiores benefícios para a saúde de quem o consome.

 

Sobre os benefícios do azeite de oliva fala com o especialista do Cemes Centro Médico, especialista em fazendas de frutas e frutas cítricas para plantações comerciais. Como especialista em viveiros de exportação de oliveiras em países como o Reino Unido, França, Japão ou Estados Unidos, Ramón Canós conhece em detalhe cada um dos elementos que tornam a oliveira única no mundo.

As numerosas propriedades de azeite não são apenas reduzidas aos benefícios nutricionais, mas também, este excelente alimento tem valiosas qualidades cosméticas. Entre os efeitos benéficos que traz para a saúde podemos destacar:

Propriedades antioxidantes

Uma das propriedades mais valorizadas. Em nossas moléculas de ação do corpo chamadas “radicais livres” que oxidam nossas células e aceleram o processo de envelhecimento. Certos elementos nos protegem desses radicais livres e são conhecidos como antioxidantes.

O azeite é rico em polifenóis, que atuam como antioxidantes poderosos e prevenir a degeneração de algumas células no corpo.

Ácidos graxos ômega 6 e ômega 9

O azeite é rico em ômega 6 e ômega 9 , ambos vitais para o bom funcionamento do nosso corpo. Estes ácidos gordos de origem vegetal, possuem propriedades anti-inflamatórias, melhoram a circulação, reduzem o risco cardiovascular e previnem a hipertensão.

Lutar contra o colesterol

Está provado que os componentes do azeite ajudam a aumentar os níveis de “bom colesterol” (HDL) e ao mesmo tempo mantêm níveis controlados de “colesterol ruim” (LDL).

Sistema digestivo

Os nutrientes do azeite favorecem o correto funcionamento do sistema digestivo. Entre os benefícios que produz pode-se mencionar a prevenção da constipação, melhorias no processo de digestão e maior absorção de vitaminas e minerais.

Melhorias nas funções cognitivas

Os ácidos graxos favorecem a formação de membranas cerebrais, melhorando assim o desenvolvimento cognitivo. O consumo a longo prazo de azeite está associado a avanços nas habilidades cognitivas, como a memória.

Benefícios para a pele

O azeite pode ser usado topicamente (aplicado diretamente sobre a pele), produzindo excelentes resultados em sua saúde e aparência. Graças aos seus componentes, a pele rejuvenesce, aumenta o seu brilho e suavidade. Além disso, protege-o de agressões externas e age como um tônico.

Diferenças no tratamento para pacientes com câncer de ovário

Diferenças no tratamento para pacientes com câncer de ovário

Uma pesquisa realizada pelo Instituto do Sono e Saúde(https://www.sbsono.com.br/) mostra que drogas modernas usadas para tratamento de pacientes com câncer de ovário não trazem benefício algum nos casos de tumores metastáticos – fase na qual o tumor já se espalhou pelo corpo. O resultado serve de alerta para uso generalizado desse tipo de tratamento, uma vez que o câncer de ovário é uma das causas mais comum de morte no sexo feminino.

“O uso das drogas à base de proteína TRAIL pode não ter eficácia no combate à doença para determinados tipos de tumores. Com a pesquisa, nós identificamos um grupo cujo tratamento poderia ser eficaz”, explica Letícia da Conceição Braga, autora da pesquisa que se tornou tese de doutorado da pesquisadora.

Atualmente, existem duas formas de tratamento para pacientes com esse tipo de câncer. A primeira é uma cirurgia para retirada do tumor (citorredução) para os casos de câncer primário. Já a quimioterapia é para as pacientes com câncer metastático.  Segundo Letícia Braga, o fato é que a resistência ao tratamento quimioterápico existe em mulheres – seja ele à base de cisplatina – o mais convencional, ou à base da proteína recombinante como o TRAIL – que é um tratamento novo, ainda em fase de testes clínicos.

A pesquisa focou no estudo de receptores tipo TRAIL pelo fato de existir uma droga cujo alvo é essa molécula. “Tratamentos à base de cisplatina agem de maneira genérica na célula, não diferenciando células normais das tumorais”, diz Letícia Braga. De acordo com a pesquisadora, o que acontece é que o tratamento quimioterápico é aplicado de maneira indiscriminada, sem determinar se as pacientes respondem ou não a uma determinada droga. “Daí a relevância do nosso trabalho: evitar que uma promissora estratégica terapêutica se torne ineficaz por puro desconhecimento da biologia do tumor”, completa a doutora.

Pesquisa

O trabalho científico baseou-se na identificação da presença de um gene que produz o TRAIL-R3 na membrana das células. De acordo com a pesquisadora, esse gene deveria desencadear a morte das células, mas ele trabalha de maneira distinta. “Um gene correto faz a ligação com uma molécula para ativar uma determinada função como, por exemplo, a morte de uma célula. O TRAIL-R3 é defeituoso e não cumpre essa missão”, explica Letícia Braga.

Em sua pesquisa, Braga descobriu níveis diferentes de expressão desse gene em mulheres com câncer de ovário primário e com metástase, o que tem implicações diretas na eficácia do tratamento das pacientes à base de TRAIL. “Nossos resultados mostram que, em amostras de tumor primário, esse gene tem baixos níveis de expressão, ao contrário do que ocorre em amostras de tumores metastáticos, nos quais eles são super expressos”, explica Braga.

Isso significa que o tratamento baseado na proteína TRAIL perde sua eficácia em mulheres já em fase de metástase. “Esse tratamento deve ser aplicado em pacientes que expressam menos o gene. Neste caso, os tumores primários, passíveis de cura e recuperação. Pacientes com metástase se tornam refratárias a essa terapêutica”, afirma a pesquisadora.

Outro fator que torna ainda mais relevantes esses resultados é que apenas 20% dos cânceres de ovário são diagnosticados quanto eles ainda são limitados aos ovários.  Demais casos são diagnosticados depois que a doença entra em metástase. Dados epidemiológicos mostram que, após diagnóstico tardio, 78% das mulheres sobrevive apenas um ano.

Essa primeira etapa da pesquisa foi realizada com financiamento da Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais), em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que recrutou pacientes e coletou as amostras de tumores deles. O trabalho foi orientado pelo médico ginecologista Agnaldo da Silva Lopes, professor da Faculdade de medicina da UFMG e co-orientado pela bióloga, chefe do Serviço de Biologia Celular/ Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed, Luciana Maria Silva.

A próxima etapa conta com o apoio financeiro do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e vai ampliar a proporção dos resultados e também vai buscar identificar outros marcadores determinantes da eficácia desse novo tratamento à base da proteína TRAIL. “Esperamos que, ao final dessa nova etapa, em 2014, possamos realizar testes clínicos”, conclui Braga.

Descubra a diferença entre os tipos de diabetes

A diabetes é uma doença em que se apresentam concentrações elevadas de glicose no sangue de forma persistente crônica. Existem dois tipos fundamentais de diabetes: a Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) e a Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Estes dois tipos de diabetes, diferenciam-se das causas que as provocam, os sintomas, as características, o tratamento e a idade das pessoas que são afetadas. Vamos rever quais são as suas principais características e o que distingue uma da outra.

A diabetes tipo 1 (DM1)

Embora a diabetes tipo 1 pode se desenvolver em adultos, caracteriza-se, porque tem maior incidência entre os jovens e as crianças. Neste tipo de diabetes, o próprio sistema imunológico do paciente ocorre uma destruição das células beta do pâncreas, o que resulta em uma deficiência total de insulina. A insulina é o hormônio que permite que a glicose dos alimentos passa para as células do organismo.

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Não é possível prevenir o aparecimento de diabetes tipo 1 e não se conhecem as causas que a provocam. Caracteriza-se por ser crônica, já que, uma vez que foi lançado, a doença não desaparece e requer levar um tratamento por toda a vida. As pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 1 têm de ser administradas injeções de insulina diariamente bem estar ligados a uma bomba de insulina para poder manter um controle adequado de seus níveis de açúcar no sangue.

A diabetes tipo 2 (DM2)

Embora a diabetes tipo 2 pode afetar pessoas de qualquer idade, inclusive crianças, se desenvolve com maior freqüência em pessoas adultas e idosas. A obesidade e a vida sedentária são, entre outros, alguns dos fatores que podem causar este tipo de diabetes. A maioria das pessoas com diabetes tipo 2 podem produzir insulina, mas não em quantidades suficientes, que o organismo necessita para o seu correto funcionamento.
Em muitos casos, e em clara diferença com diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 pode ser prevenida se mantêm os hábitos de alimentação saudáveis e se combinam com o uso de medicamentos para diabetes.

Estas são algumas das diferenças mais significativas entre um e outro tipo de diabetes:
No que se refere ao tratamento dos dois tipos de diabetes, podemos observar que requer cada um deles na tabela abaixo:
Por último, o que se combinam os dois tipos de diabetes são as complicações que ambos podem produzir a longo prazo se mantêm altos níveis de glicose no sangue de forma continuada. São as seguintes:

  • Resultado de imagem para tipos de diabetesProblemas cardíacos
    Doenças ósseas e das articulações
    Complicações cutâneas
    Disfunção sexual
    Problemas nos dentes e nas gengivas.

Diante de qualquer sintoma de surgimento de diabetes, é importante que consulte seu médico da equipe para levar a cabo todas as provas que sejam necessárias e possa determinar qual o tipo de diabetes a luz (no caso em que as provas tenham dado positivo), e qual é o tratamento ideal que você deve seguir.

Fonte: https://www.artesdecura.com.br/

Hipoglicemia no diabetes: principais causas, sinais e sintomas

Hipoglicemia no diabetes: principais causas, sinais e sintomas

Entendendo a diabetes, a composição biológica humana é tão complexa quanto a pessoa humana. Ele é formulado com funcionalidades básicas que devem, em todos os momentos, ser consistentes com o grau assumido necessário para que certas funções sejam efetivas. Diabetes e hipoglicemia são os distúrbios biológicos que constantemente lembram a necessidade de moderação, tendo em conta o profundo contraste que existe em ambos.

O diabetes é um grupo de distúrbios metabólicos em que níveis elevados de açúcar no sangue estão presentes por um longo tempo. Simplificando, é um distúrbio que é sustentado pela presença de um nível mais elevado de açúcar no sangue na corrente sanguínea. Este distúrbio tem sido temido em nosso século e tem dado a muitas pessoas cautela para restringir as causas notáveis ​​e viver longe da desordem.

Por outro lado, a hipoglicemia é o outro risco oposto ao diabetes. Enquanto o diabetes mellitus ocorre como resultado do excesso de açúcar na corrente sanguínea, a hipoglicemia é sofrida como resultado de baixos níveis de glicose (açúcar no sangue), que é a principal fonte de energia no corpo.

Frequentemente, a hipoglicemia está associada ao tratamento do diabetes porque, no tratamento do diabetes, o teor de açúcar da maioria dos pacientes é desproporcional ao grau de hipoglicemia. Em raras situações, no entanto, um bom número de condições em não-diabéticos pode levar a níveis baixos de açúcar no sangue. A hipoglicemia não é uma doença em si, mas um indicador de um problema de saúde, como a febre.

Causas da Hipoglicemia no Diabetes

Os pacientes com diabetes geralmente não conseguem produzir insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou respondem muito menos à insulina no diabetes tipo 2. Portanto, a glicose tende a se formar na corrente sanguínea e pode atingir um nível muito alto. Tomar insulina ou outros medicamentos para baixar os níveis de açúcar no sangue são possíveis medidas corretivas.

Mas, a ingestão excessiva de insulina ou outros medicamentos para diabetes pode fazer com que o nível de açúcar no sangue diminua para um nível desnecessariamente baixo, levando à hipoglicemia. Se um paciente diabético não comer tanto quanto de costume depois de tomar medicamentos para diabetes, ou se ele estiver mais do que o normal, a hipoglicemia também pode ser o resultado.

Episódios de baixo nível de açúcar no sangue são muito desconfortáveis ​​e assustadores para pacientes diabéticos. A experiência contínua de episódios repetidos de hipoglicemia geralmente resulta em menos insulina sendo tomada para garantir que os níveis de açúcar no sangue não se tornem muito baixos. No entanto, também é perigoso, por si só, se o nível de açúcar no sangue se mantiver elevado, o que pode causar danos nos vasos sanguíneos, nos nervos e em vários órgãos do corpo.

Sintomas de hipoglicemia em pacientes diabéticos

Os sintomas dependem do grau de hipoglicemia. Por exemplo, se o nível de açúcar no sangue fica muito baixo: fadiga, tremores, sudorese, ritmo cardíaco irregular, branqueamento da pele, irritabilidade, fome e ansiedade são provavelmente sinais e sintomas.

Mas, no pior dos casos, visão turva, confusão / comportamento anormal (ou frequentemente ambos), perda de consciência, convulsões, palavras obscurecidas e movimentos desajeitados são geralmente os sintomas de hipoglicemia.

O caminho a seguir

A hipoglicemia é sensível em si mesma, mas se torna mais sensível quando ocorre em diabéticos. É altamente recomendável seguir o plano de controle do diabetes que um paciente desenvolveu com seu médico, como plano de refeições, exercícios, medicação, etc.

O Monitor de Glicose Contínua (CGM) também é uma boa opção , Os carboidratos de ação rápida, como comprimidos ou suco de glicose, devem estar sempre nas imediações do paciente, para que o paciente possa tratar o açúcar no sangue imediatamente antes do perigoso mergulho nasal.

Fonte: https://www.canalminassaude.com.br/

Falta de desejo sexual masculina

Falta de desejo sexual masculina

O desejo sexual hipoativo tem sido, tradicionalmente, uma demanda mais frequente por parte de mulheres que de homens, embora nos últimos anos os profissionais de sexologia, vimos como os casos de homens que consultam por este motivo são cada vez mais frequentes.

Por que? Pois é difícil sabê-lo: pode ser que tenha sido algo que sempre esteve lá, mas agora os homens se sentem mais livres de dizer e até mesmo de procurar ajuda, pode ser que agora tenha novos motivos para a insatisfação sexual masculina…

Sexualidade masculina

O que, se é certo é que existe uma fortíssima pressão social sobre a sexualidade masculina, no sentido em que é dada pelo fato de que o homem tem que ser super ativo, e quando um homem não se percebe deste modo, costuma ser muito afetada a sua auto-imagem, sua segurança e sua auto-estima sexual.

De entre os aspectos gerais que com mais freqüência podem causar uma diminuição do desejo sexual são desde os problemas de casal, diminuição da atração para o casal, estar passando por períodos de crises pessoais, como o stress, encontrar-se angustiados por outras dificuldades sexuais, problemas com o estado de ânimo, etc.
Existem diferenças em os motivos que causam a diminuição da falta de apetite, o desejo sexual em homens e mulheres?

Causas da diminuição

Embora cada caso é diferente e não se pode generalizar, atrevo-me a dizer que as dificuldades para desfrutar das relações sexuais e a ausência de uma intimidade adequada se relacionam com a perda de libido em grande número de casos de desejo hipoativo consultados por mulheres, no entanto, o tema do prazer está mais resolvido em homens, em que a perda de atração para o casal, a rotina e os problemas do casal costumam ser um fator freqüentemente relacionado com a diminuição da perda de libido em si.

De todas formas, como o desejo erótico está influenciado por muitos fatores, quando se trabalha com um caso de desejo sexual hipoativo em terapia sexual a primeira coisa que você tem que fazer é fazer uma avaliação bem, para conhecer melhor a sua natureza e os fatores que são capazes de influenciar o seu desejo de ter descido.

Eu gostaria de te dizer algumas coisas que podem ser um pouco úteis se o seu o seu parceiro você reside nesta situação:

Se está experimentando uma queda de seu desejo sexual e é algo que te preocupa, deixa passar um tempo, pois pode ser algo transitório. Pensar no que factores aspectos podem ter mudado em sua vida ultimamente você pode ajudar a saber com o que pode estar relacionada esta diminuição de seu desejo.

Você está estressado?

  • Deprimido?
  • Você não descansar?
  • Você não tem muito tempo para estar com o seu parceiro?

Fazer estas perguntas pode lhe dar algumas pistas. Homens de autoestima alta, costumam excitar melhor as mulheres. Para saber mais, veja https://tratandoimpotencia.pro/como-excitar-uma-mulher/

Se é algo que te preocupa, fale com o seu parceiro. É o primeiro passo para encontrar soluções.
Quando a ansiedade, a depressão um problema do humor são os principais fatores por que ele perdeu o interesse pela sexualidade, uma psicoterapia individual específica é o mais apropriado para começar.
Em muitas ocasiões, a causa de diminuição de desejo pode estar em aspectos relacionados com o casal, a vida sexual em particular. Nestes casos, procurar profissionais específicos (terapia sexual e terapia de casal), pode ser uma boa opção.

Ter um desejo baixo não tem que ser necessariamente um problema. Nem todos os homens se conformam com a ideia do homem confiante, isso é apenas um estereótipo. Há muitos homens que têm um desejo sexual modesto, e, claro, você pode viver uma sexualidade satisfatória fora desses padrões.

Suplementos podem melhorar:

Abdominais: o melhor exercício

Abdominais: o melhor exercício

O exercício mais eficaz para os abdominais

Durante uma investigação científica realizada pela SBAD2018 Saúde, a eficácia dos exercícios e máquinas mais populares para o abdômen foi avaliada. Os participantes deste estudo foram voluntários: um total de 30 homens e mulheres absolutamente saudáveis ​​e com faixa etária de 20 a 45 anos.

Com a ajuda de equipamentos de eletromiografia e outros instrumentos especializados, o trabalho dos músculos superior, inferior e lateral da região abdominal foi medido. Além disso, o trabalho da frente dos quadris foi medido para descobrir se o exercício foi realizado corretamente (com o quadril ou com o abdômen).

A melhor estratégia para esculpir os músculos de um abdômen de aço. Como marcar e tonificar os músculos abdominais?

Abdomen: avaliação dos melhores exercícios

O resultado de cada exercício foi comparado com o desempenho das elevações do tronco (abdominais tradicionais). Se o coeficiente desta comparação for, por exemplo, 200, significa que o exercício é 2 vezes mais eficaz do que as elevações do tronco. Se o resultado for 25, então o trabalho é 4 vezes menos efetivo.

Os 7 melhores exercícios para o abdômen

“Bicycle” . Posição inicial: deitado de costas, sua parte inferior das costas deve descansar no chão. Levante a parte superior do tronco e depois as pernas; você tem que fazer contrações juntando os joelhos e os cotovelos. O joelho direito tem que ir para o cotovelo esquerdo e vice-versa.

Elevadores de pernas . Este exercício pode ser feito em uma máquina, recostando as costas (veja a foto), além de suspender uma barra fixa. As costas devem ser mantidas na posição vertical e apenas as pernas ligeiramente flexionadas se movem. É importante trabalhar com os músculos do abdômen e estar ciente do movimento.

Abdominais com roda . Este exercício pode ser executado, não só com uma roda, mas também com uma barra ou dumbbells rolando no chão (veja a foto). Levante os joelhos, envie o peso do seu corpo para as mãos, role para a frente com a parte superior do corpo e volte à sua posição inicial com a força do seu abdômen.

Abdominais em bola. Sente-se na bola, coloque suas mãos atrás de sua cabeça e se incline para trás. Levante o tronco com um movimento controlado executado pelo abdômen, faça uma pequena pausa no ponto alto do movimento e repita, inclinando novamente o tronco. O quadril deve ser paralelo ao chão durante todo o exercício.

Elevações de pernas e pelve. A posição inicial está deitada de costas com suas nádegas no chão. Elevar as pernas, os joelhos devem ser dobrados e os tornozelos devem ser mantidos juntos. Com a força do abdômen, levante a pelve como se quisesse levá-la à cabeça.

“Ferro”. Considera-se que este é o melhor exercício estático para os músculos abdominais. Mantenha uma posição rígida, encostada nos cotovelos e nos antebraços, suas costas devem ficar retas e seu abdômen tenso. Esta posição deve ser mantida por 30-40 segundos. Repita várias vezes.

Abdomen enrolado com braços esticados. Este exercício é muito semelhante aos elevadores de tronco (abdominais tradicionais), no entanto, neste caso, as mãos não devem estar atrás da cabeça; pelo contrário, os braços devem ser esticados para trás, o que aumenta a amplitude do exercício aumentando o trabalho muscular.

A investigação concluiu que a maioria dos participantes não conseguiu identificar se o trabalho foi realizado pelos músculos abdominais superiores ou os abdominais inferiores. Muitos desses exercícios, de fato, são realizados trabalhando todos os músculos do abdômen juntos.

No entanto, isso não significa que seja impossível concentrar a carga do exercício na parte inferior do abdômen. Este fato mostra que a pessoa média não consegue se concentrar no ponto de identificar qual parte do abdômen está sendo trabalhada. Para exercer a parte inferior do abdômen requer uma técnica especial.

A roda funciona?

Outro mito que perde crédito com esta pesquisa é a alta eficácia de exercícios abdominais com roda e outras máquinas. É verdade que os exercícios com roda mostram resultados mais elevados do que os abdominais tradicionais, no entanto, há exercícios ainda mais efetivos do que isso.

Uma observação geral deste trabalho científico é o fato de que todas as pessoas realizam exercícios abdominais de maneiras diferentes, mesmo que sejam feitas sob a supervisão do mesmo treinador e, portanto, diferentes músculos estão envolvidos. Isso mostra que, para cada pessoa, há um exercício que é o melhor.

Máquinas abdominais

Se um atleta profissional com crunches de aço mostra em uma publicidade ou comercial que uma nova máquina é o melhor exercício para os abdominais e que graças a esta máquina você terá um estômago achatado em 15 minutos, provavelmente você é mentindo.

Como você pode ver nos resultados da pesquisa, a maioria das máquinas trabalha em uma menor porcentagem dos músculos do estômago, mesmo menos do que o exercício abdominal tradicional. Quanto mais caro for a máquina, menos eficaz será. Reflita se vale a pena jogar dinheiro.

quina, nenhuma roda para os músculos do estômago será tão eficaz quanto os abdominais tradicionais, elevadores de barra tronco ou “bicicleta”. Além disso, é praticamente impossível dividir o trabalho dos músculos abdominais em inferior ou superior.

Ganhar músculo nos braços

Ganhar músculo nos braços

Como aumentar rapidamente o tamanho dos braços?

A lógica dos iniciantes pressupõe que, se o objetivo é esculpir braços fortes, então você deve fazer tantos exercícios de braço quanto possível e alimentar-se bem. No entanto, a realidade é diferente. Contrariamente à afirmação de que os músculos atuam separadamente, eles realmente trabalham juntos: por exemplo, o abdômen é exercido enquanto trabalha os braços.

A massa dos músculos de ambos os braços não representa mais de 10-15% dos músculos totais do corpo; Por sua vez, este grupo muscular é composto de 20-25 músculos. A única maneira de fazer crescer os braços é através do aumento da massa muscular em todo o corpo, e não através de rotinas intermináveis ​​e repetitivas de bíceps e tríceps.

A estratégia para escultura de tríceps de aço. Tudo sobre os exercícios mais eficazes. Com que frequência devemos trabalhar o tríceps?

Quanto pesam os músculos do braço?

Estes dados são retirados de um atleta médio pesando 70 kg. Tendo em conta que o peso total dos músculos será de cerca de 60-65 kg, o tronco ocupa o primeiro lugar em termos de massa com cerca de 30-35 kg, seguido das pernas (10-13 kg cada) e depois o braços (incluindo ombros), cujos músculos pesam até 4-6 kg.

Os braços de um atleta não excedem 1,5-2 kg de peso, figura inatingível para um iniciante. Os treinamentos tornam os músculos do corpo crescentes quase homogeneamente, porque ao exercer grandes grupos musculares, indiretamente menores estão envolvidos. Mas, em exercícios de isolamento para armas, quase nenhum outro músculo está envolvido.

Rotina para armas: máximo de 2 vezes por semana

Tendo em conta o tamanho relativamente pequeno do bíceps e do tríceps, não é necessário realizar um número infinito de exercícios com muito peso ao treinar eles. É mais importante a coordenação entre a mente e esses músculos, o que lhe permitirá levantar o peso e sentir o trabalho dos músculos diretamente envolvidos.

Mesmo no caso de atletas profissionais, as rotinas do braço não devem ser repetidas mais de duas vezes por semana (com um recesso mínimo de 3 dias) e sua duração não deve exceder 10-15 minutos. Caso contrário, o bíceps e o tríceps alcançarão o ponto de exaustão, o que influenciaria negativamente seu crescimento e recuperação pós-treino.

Roteiro de braço para iniciantes

Os atletas iniciantes e intermediários são aconselhados a não executar mais de uma rotina de braço com exercícios de isolamento por semana. No resto dos dias, esses músculos são exercidos indiretamente: os tríceps funcionam quando fazem prensas de tórax, enquanto os bíceps interagem ao executar pullups (pulls, christs) e remoiro horizontal.

Recomenda-se combinar o “dia dos braços” com as pernas, uma vez que estes grupos musculares praticamente não interagem uns com os outros (evitando assim o esgotamento). Os inícios são aconselhados a não fazer mais de dois exercícios de isolamento (um para bíceps, outro para tríceps), enquanto um atleta de nível intermediário não deve fazer mais de 4.

Os melhores exercícios para armas

É importante ter em mente que o melhor exercício para as armas é aquele, no qual você realmente sente o trabalho dos músculos que participam diretamente. Para aprender a tomar consciência do trabalho dos braços, não basta executar cachos de bíceps ou extensões de tríceps em uma polia alta enquanto arqueia todo o corpo para elevar o peso.

A maioria dos iniciantes não está em condições de realizar até uma segunda repetição de um exercício tão simples quanto a onda de armas com halteres. Eles, a fim de executar a qualquer custo uma repetição mais, recorrerão à ajuda de todos os músculos do corpo (exceto o bíceps), resultando em dor no pescoço e na parte inferior das costas.

Como trabalhar o tríceps?

A massa do tríceps é 30-40% maior que a do bíceps. Os tríceps desenvolvidos e fortes servem para aumentar visualmente o tamanho dos braços e aumentar a força para realizar exercícios básicos. A vantagem deste músculo é que os iniciantes podem aprender a sentir o trabalho mais facilmente devido à queima característica que ocorre.

Anatomicamente, o trabalho do tríceps está intimamente ligado ao trabalho do baú e a outros “movimentos de pressão”, principalmente a todos os tipos de flexões. Aprenda a sentir o trabalho do tríceps fazendo um dos exercícios típicos que você acha que é conveniente, e execute-o 2 vezes por semana com peso moderado fazendo 3-4 conjuntos de 12-15 repetições.

Como trabalhar com o bíceps?

A coisa mais sensata que esses iniciantes podem fazer, dispostos a esculpir armas grandes e fortes, não é treiná-las de forma alguma. A razão é que os novatos acabam por “aprender” uma técnica de execução incorreta porque tentam levantar pesos exagerados desde o início.

O melhor método para aprender a sentir trabalho é executar cachos bíceps com halteres sentados em um banco inclinado a 60 °; ao longo do tempo, você pode começar a usar este mesmo banco como um suporte, ficando atrás dele e apoiando o tríceps para executar cachos bíceps (um de cada vez) com o pulso voltado para cima (na supinação).

É impossível imaginar braços musculares em um corpo que em outras partes não possui massa muscular. O principal problema dos iniciantes é que eles são incapazes de sentir o trabalho do tríceps e do bíceps. Os músculos dos braços também são trabalhados ao executar flexões horizontais (flexões e prensas de peito) e verticais (pull-ups, remoiro horizontal).

Alimentos com magnésio

Alimentos com magnésio

Os nutricionistas do mundo provocaram o alarme: apenas uma quarta parte da população de países desenvolvidos recebe de seus alimentos a quantidade de magnésio necessária (1) . A maioria das pessoas não conhece esse mineral e desconhece sua importância para o esporte, a saúde e o funcionamento do metabolismo.

Uma vez que o magnésio está presente em pelo menos 300 reações bioquímicas dentro do corpo, sua deficiência não só dificulta o funcionamento do metabolismo, como também diminui a sensação de saúde. Depressão, insônia, fadiga crônica e espasmos musculares podem ser causados ​​por deficiência desta substância.

Recomendações sobre a quantidade diária de macronutrientes (proteínas, gorduras, carboidratos) tanto para perder peso quanto para ganhar massa muscular.

Função de magnésio

O magnésio é responsável pelo metabolismo energético dentro das células: este mineral regula os processos relacionados ao metabolismo dos hidratos de carbono, ativa a formação de proteínas, permite a liberação de energia para realizar atividades físicas e regula o relaxamento e a excitabilidade do cérebro e do sistema nervoso central.

É importante saber que o déficit de magnésio acelera o envelhecimento devido a distúrbios nos processos de síntese de colágeno. Como resultado, a pele envelhece e perde sua elasticidade ao mesmo tempo que os órgãos. Com a idade, a estrutura dos ossos enfraquece, que, quando perdem a flexibilidade, desenvolvem osteoporose.

Magnésio e esporte

O corpo de uma pessoa que vai ao ginásio ou pratica algum esporte ou atividade física precisa ainda mais de magnésio. Além disso, os “ciclos para secar e definir os músculos” juntamente com as dietas fazem com que este mineral seja expulso do corpo, causando assim uma falta crônica de atletas.

Por sua vez, esta deficiência interrompe o funcionamento do metabolismo energético dos músculos (o magnésio tem a função de transformar o fosfato de creatina em ATP), o que leva à diminuição da força ao treinar e a um aumento considerável em cansaço após cada treino. Ao mesmo tempo, você pode sofrer de insônia.

Sintomas de deficiência de magnésio

Os sintomas diretos da deficiência de magnésio são: espasmos e cãibras musculares (no bezerro e nos gêmeos principalmente), aumento da pressão arterial e freqüência cardíaca, dores de cabeça regularmente, insônia e outros problemas com a dormir, bem como tremor muscular enquanto dorme.

Entre os sintomas indiretos de deficiência mineral crônica estão uma série de problemas com memória e atenção, aumento da irritabilidade, diminuição do desempenho e depressão. As pessoas tendem a sentir que vivem em um ambiente estressante onde literalmente lutam para sobreviver.

Quando ocorre a falta de magnésio?

Dietas ricas em proteínas e baixos em carboidratos aceleram a liberação de magnésio do corpo, causando sua deficiência. Os seguintes fatores podem levar ao desenvolvimento da falta de magnésio: o consumo de cafeína, nicotina e álcool, a ingestão de grandes doses de cálcio (eles são antagonistas minerais) eo uso de vários medicamentos.

Comer alimentos rápidos muitas vezes também tem uma influência negativa sobre os níveis de magnésio: esses produtos não possuem quantidades suficientes de vegetais verdes frescos (ricos em magnésio) e os refrigerantes que acompanham esses alimentos dificultam a assimilação do magnésio que ocorre no estômago.

Dose diária recomendada de magnésio

A demanda por magnésio em um homem adulto corresponde a 400-420 mg por dia, enquanto que no caso das mulheres esse número é de 310-320 mg por dia. Esta dose leva em consideração o fato de que o corpo só é capaz de assimilar 30% do magnésio contido em cada alimento. A dose máxima recomendada é 600-700 mg por dia (3) .

No total, no corpo de um adulto há cerca de 22-26 gr de magnésio, grande parte dos quais está nos ossos, 20% nos músculos e outros 20% nas células. É por esta razão que perder fluidos (isto inclui episódios de diarréia e / ou transpiração excessiva), também está perdendo uma parte das reservas de magnésio.