MicroLearning

O que é o MicroLearning?

MicroLearning é um “pacote de ensino’’ de 3 a 5 minutos, de fácil acesso, rápido de completar, e é orientado para aplicar o que foi aprendido e torná-lo hábito no aluno ou empreendedor, imediatamente após a conclusão do curso. Portanto, seu impacto na eficiência é enorme.

MicroLearning

Passos para criar o melhor micro-curso

Como projetar uma ótima experiência com cursos curtos e concisos? Se você quer projetar um modelo de micro-curso, primeiro é conveniente definir qual é a necessidade de aprendizado que nos guia:

Aprenda algo novo
Mergulhe mais profundamente em um determinado aspecto.
Resolva um problema específico.
Pratique para ganhar uma habilidade
Aplicando o conhecimento adquirido.

Construir uma missão e construir um negócio andam de mãos dadas. – Mark Zuckerberg

Como previsto pelo fundador do Facebook, o primeiro passo a seguir para o sucesso é definir o objetivo ou propósito. Em seguida, comece a projetar com base nos eixos centrais da jornada rumo à implementação do microlearning:

1 Defina um objetivo de desempenho específico. Alguns objetivos possíveis são: introduzir uma noção, mudar um comportamento ou explorar uma ideia. Deve ser parte de uma estratégia mais ampla de uma organização, de modo que faça sentido reter certas habilidades incorporadas por um período de tempo mais longo.
2 Diagrama de uma ideia por módulo: Você só tem 3 a 5 minutos para impactar seu aluno em direção à realização de uma mudança de comportamento visível. Lembre-se: sempre menos é mais , por isso recomendamos incluir apenas os conteúdos que agregam valor.
3 Inclua uma atividade de aprendizado focada. Pode ser um jogo, uma discussão ou um vídeo interativo, mas essa atividade se concentra em uma única ação ou conceito.
4 Ative o acesso móvel . Hoje, a forma como os alunos aprendem mudou, para um treinamento em movimento, visual, com vídeos e de qualquer dispositivo , até preferem os telefones.
5 Use multimídia . Usando elementos visuais e multimídia será mais divertido.
6 Oferecer personalização . O usuário tecnológico é um consumidor ávido por se sentir como um cliente único e exclusivo, por isso é essencial customizar as aplicações que proporcionam aprendizado.
7 Interações : Deve ser adaptado às necessidades individuais de treinamento. Para isso, é conveniente utilizar branches (branching): consiste em fazer uma pergunta e mostrar um recurso diferente de acordo com a resposta do usuário.

Ethos, Pathos, Logos

Previsivelmente, ideal será combinar estas três componentes em qualquer processo de persuasão, de modo a que Logos possa apoiar Ethos do orador (e vice-versa) e que Pathos ajude à aceitação dos argumentos racionais (Logos). Existe uma relação estreita entre logos, ethos e o pathos, uma vez que as emoções (pathos) que discurso (logos) do orador suscita no auditório têm um papel importante na construção da imagem que este faz do carácter (ethos) do orador e, desse modo, da sua capacidade de persuasão

Ethos-Phatos-Logos

Como posso obter a Persuasão ?

A persuasão é obtida quando o próprio discurso causa no auditório – conjunto de pessoas a quem se destina um discurso – a impressão de que o orador é digno de confiança Para isso, é preciso que o discurso crie no auditório uma imagem do orador como pessoa prudente, virtuosa e benevolente. logos foi a escolhida como técnica argumentativa favorita de Aristóteles, apesar de argumentos cotidianos dependerem profundamente do ethos e pathos. Argumento – Logos; 2. caráter do orador – Ethos; 3. auditório a que se dirige – Pathos.

Ethos, pathos e logos são três formas de persuasão ou argumento primeiro articulados pelo filósofo grego Aristóteles. E, em um dos capítulos do seu livro, Aristóteles divide a retórica em três pilares: ethos, logos e pathos. Filósofo grego Aristóteles dividiu a retórica em três categorias distintas: ethos, logos e pathos.

Na retórica de Aristóteles, pathos, ethos e logos são os três pilares fundamentais. Assim, a retórica de Aristóteles consiste em três aspectos fundamentais: pathos, ethos e logos. Finalmente, Logos diz respeito ao conteúdo do discurso, ao uso da lógica.

Auditório tem a tendência a deixar-se influenciar não apenas pelo caráter racional dos argumentos, mas também pelos sentimentos que lhe são despertados. Em suma, as pessoas deixam-se persuadir porque orador associou emoções positivas ao que fende e emoções negativas ao que ataca argumentativo, para ser clara e suma, as pessoas aceitam uma ideia porque consideram que orador apresentou bons argumentos a seu favor Dispositivo retórico a utilizar:

ARGUMENTO DA AUTORIDADE: orador deve transmitir a ideia de ser um entendido ou uma autoridade no assunto em questão A EVITAR: argumento contra homem que consiste em atacar a pessoa ( seu carácter, etnia, ideologia, religião, etc.) então argumento.

Orador não deve ser arrogante, apresentando-se como dono da e ser persuasivo, orador deve procurar suscitar sentimentos e emoções no auditório que o predisponham de forma favorável para a tese que que tal aconteça discurso deve estar adequado ao auditório, ou seja, às suas características A argumentação baseada no pathos centra-se em valores e crenças que são estimadas pelo auditório Conjunto de argumentos organizados de modo a persuadir, ou seja, que levam o auditório a pensar que a perspectiva do orador é correta. Na retórica, ethos é um dos modos de persuasão ou componentes de um argumento, caracterizados por Aristóteles.

Mas também é possível que discurso possa ser ornamentado e de caráter mais literário, recorrendo orador ao uso de figuras de estilo, por exemplo. Para Aristóteles, orador é simbolizado pelo ethos: a sua credibilidade assenta na sua honorabilidade, na sua virtude, em suma, no seu caráter e na confiança que nele se deposita. A persuasão é obtida quando discurso é proferido de maneira a deixar no auditório a impressão de que caráter do orador torna digno de fé, confiança e credibilidade.